VIDA COM GRAÇA

sábado, 13 de setembro de 2014

PROFETAS DO NOSSO TEMPO

Os profetas do nosso tempo estão disfarçados, ao ponto de poucos, digo pouquíssimos, os distinguirem. Fazem a leitura perfeita do momento, conseguem ver o que está tão claro, mas que quase ninguém vê. Não estão cegos, mudos e surdos! Pelo contrário, com uma percepção aguçadíssima, falam, mas não são muito ouvidos; mostram a realidade, mas são ignorados por grande parte... Onde eles estão? Por aí! Livres e com a consciência sã e, quando digo isto, não estão entorpecidos pelo MAL. Com isso, somente àqueles que, de alguma forma, estão desintoxicados ou se desintoxicando do MAL conseguem ouvi-los e percebê-los. Dentre tantos, quero citar pelo menos dois:Um é o sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, que fala da Pós Modernidade com uma destreza como ninguém. Este faz uma analogia perfeita - quando compara que os seres humanos dessa era vivem como TURISTAS, quando de fato, deveriam viver como PEREGRINOS. 
Mostra a maldade envolvida em todas as categorias do sistema. 
O segundo é uma profetisa, a escritora Adélia Prado, que falando sobre o nosso tempo, diz o seguinte: "o mal ficou transparente, ao ponto de ser imperceptível, antes havia distinção, mas agora está tão comum, que nem se percebe."O que dizer mais? Está aí uma leitura, ou melhor, duas, e com seus cabelos brancos estão dizendo ao século vigente: acorda! Percebam o MAL... Voltem a sobriedade, a lucidez e ao estado de vigilância. Pois quem assim não o faz, já está tomado pela maldade. E depois disso: só a Graça Divina.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

VIDA DE PRINCESA... SOB OUTRO OLHAR
Uma das histórias mais chocantes sobre a realeza dos nossos tempos, é a da Princesa Diana, a Lady Di, uma aristocrata. Para alguns, uma "plebeia" que chegou a realeza. Talvez, sua vida tenha sido como de uma garota comum, seus sonhos e encantos com o poder, a fama e o desejo de ter uma vida de princesa... E, enfim tornou-se. Casou-se com o filho mais velho da Rainha, o príncipe Charles.
Um dia, seu casamento de princesa acabou, e por conta disso começou uma nova relação. O encanto de princesa já não lhe servia mais, porque a realidade ficou mais madura. Esta é apenas uma história real, a fantasia tornou-se realidade e a realidade, fantasia. Lady Di, assumiu o risco de perder o titulo de alteza, por algum motivo muito particular e verdadeiro, e mais uma vez saiu da fantasia e foi para sua realidade.
Este fato é de uma particularidade que não se pode generalizar, mas é possível a partir dele fazer alguns questionamentos, e traçar uma realidade mais plausível dentro de um mundo tão fantasioso.
Existe no imaginário social, este pensamento de vida de princesa. Que tem seu lado bom e seu lado ruim. O lado bom é esta construção que vai se fazendo como meta pra se chegar ao real. O lado ruim é a distorção fantasiosa, que se é reforçada por uma construção de imaginário social e até mesmo por aconselhamentos ilusórios.
A princesa quando é filha do Rei, tem vida boa, mas se um dia este pai perder o trono, como será a vida dessa princesa? Como vai enfrentar a vida real da maioria das pessoas?
Por outro lado, a princesa que casa com um príncipe, como no caso da Lady Di, vai ter seus mimos, não dados pelo príncipe, mas sim, pelos súditos do Reino. Isso equivale a dizer que, aquele homem que ela sempre sonhou em ter, vai continuar não existindo, ainda que seja um príncipe. Não sei se é saudável pensar em vida de princesa... Até porque existem relações de uma ordem desconsiderada, que faz inveja a muita gente, no trato, na simplicidade e na comunicação entre eles.
E como “seguro morreu de velho”, diz o dito popular, é melhor ser uma plebeia realista, que vive com um homem de verdade, a ser princesa frustrada.

Portanto, salve as mulheres que um dia sonharam como princesa, porém tornaram-se guerreiras de uma vida real. 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

"Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus." Palavras de Jesus (Evangelho segundo Mateus)
Raras exceções, mas parece-me que há algumas semelhanças entre Partido Político e Denominação Religiosa. Ambos são articulações que promovem o o poder e não o bem-estar do povo. Ambos, a rigor, buscam recursos do povo para o poder e não do poder para o povo. Ambos fazem sectarismos, discriminam, julgam, desdenham, idealizam virtudes pessoais, justificam-se com meios duvidosos e por aí vai... 
Enquanto que o Denominacionalismo não promove o Reino de Deus, os partidarismos não promovem consciência de Nação e sequer de humanidade.
Portanto, não é de se estranhar que tenham de fato DADO as MÃOS!

Entretanto, o que quero dizer é que: não sou contra a existência de ambos, mas com a ideologia. Até porque, o que me inspira a falar e a viver: é Cristo, e até onde sei, não foi herodiano, não foi fariseu, nem saduceu, essênio e tampouco zelote! A causa dele foi, e é a do Reino de Deus, e nessa estou engajado!

domingo, 27 de janeiro de 2013

VENCER
Vencer nem sempre é chegar em primeiro lugar. Vencer é sobreviver em meio aos desafios da vida, superando a sua própria expectativa. Vencer é surpreender-se. 
É fazer realçar valores reais,  e não ideais. É promover força na fraqueza, reconhecendo que aquela só existe por Graça, mas paradoxalmente, isto só acontece na fragilidade.
 Vencer é encarar o que lhe ofendeu e mostrar-lhe o perdão, mesmo que o seu orgulho tenha sido ferido. 

Vencer é tirar proveito do ócio, do erro, da loucura... Da paixão, dos destroços da alma... Vencer é não se sentir vitimizado, seja pela vida ou por alguém. 
Vencer é descobrir o regozijo em meio ao fracasso ou pseudo fracasso. 
Vencer é não se sentir culpado diante das acusações levianas. Vencer é assumir responsabilidade diante da liberdade para viver sem medo.
Vencer é acreditar, que os maiores inimigos da humanidade foram vencidos diante da fraqueza do Nosso Deus. 
Vencer é permitir  que a fantasia apenas refresque sua mente e não que roube sua realidade. É possibilitar sonhos como prática de vida... Com entusiasmo, ou até mesmo timidez.

Vencer, não é se sentir grande ou melhor. Não é orgulho pessoal por conquistas materiais... Mas, vencer é saber que cada conquista tem o seu valor, tem a sua idiossincrasia, tem a sua relevância e, se não for para produzir vida em si e em outros, de nada valeu. 
Vencer é enxergar o próximo como parte da sua vida e de seus objetivos. 
 É deixar legado... Caminhando dia após dia como se fosse o último, mas vivendo como se fosse o primeiro. 


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Não é fácil lidar com a vida e nem com suas demandas, por isso que, inconscientemente é possível ver gente sublimando, projetando, reprimindo, racionalizando, deslocando, introjetando, entre outros... Mas a grande realidade é tentar superar os empecilhos vitais, que vêm para todos desde o nascimento. 
Logo, viver é conviver com o sofrimento, com o erro, com a falta e por último suportar passagem pela morte. Se, negar alguma etapa dessas, não se vive. Se procurar pular, ou menosprezar, encontrará frustração. Porém é diante do sofrimento que se dá o valor real do aprendizado da vida. É diante do erro que surge a possibilidade de acertos e de revisar o momento perdido. É diante da falta que se preza os valores estabelecidos que cada pessoa e coisa têm. No entanto, diante da morte é o momento em que se revisa toda insuficiência e toda possibilidade de ter valido a pena.
Então, viva consciente de tudo e de uma responsabilidade de cada presente, sem menosprezar o passado e sem muita expectativa do futuro.

sábado, 1 de dezembro de 2012


A maior percepção que afere a humanidade é a percepção de si antes de qualquer juízo alheio.

A verdade é direta, sem fantasia e sem enredo... Por isso assusta tanto as pessoas. Já a mentira é cheia de glamour, seu enredo é bonito e sua fantasia a mais bela. Com isso a verdade é preterida e a mentira é privilegiada.
Agnaldo da Fonseca Silva